2 hormônios podem arruinar (ou salvar) sua vida amorosa

Por Ana Paula-

Existem pessoas que são mais apaixonadas e mais apegadas do que outras. Não se trata de um defeito, nem tão pouco de uma característica, é mesmo uma questão de hormônios, mais concretamente, de dois hormônios.

No caso das mulheres, a ocitocina, um hormônio produzido no hipotálamo e que é conhecido como o hormônio do amor, uma vez que está diretamente associado com a vontade de estar com alguém e com aquilo que as pessoas sentem umas pelas outras.

Um estudo da Universidade de Oxford, citado pelo site Mind Body Green, descobriu que a administração deste hormônio em casais de longa duração faz com que se sintam (ainda) mais apaixonados e com vontade de passar mais tempo juntos. O poder da ocitocina é mais notório no sexo feminino, e um estudo da Universidade Médica de Viena descobriu que os baixos níveis deste hormônio nas mulheres está diretamente associado a um menor desejo sexual e a uma maior frieza sentimental (com possibilidade de depressão). O uso de um spray nasal com este hormônio foi capaz de reverter ambas as consequências.

Mas não é apenas de ocitocina que se faz a vida amorosa. Nos homens, o hormônio protagonista é outro: a testosterona. Quanto mais velhos forem e quanto mais longa for a relação, menores serão os níveis de testosterona e, por consequência, o amor para dar e receber.

Cansaço, irritação, apatia sexual, disfunção erétil e depressão são os sintomas mais comuns em homens com baixos níveis deste hormônio, estando todos eles associados (por causa ou consequência) à degradação da vida amorosa.

Se para as mulheres o estímulo do hormônio do amor é feito com abraços, beijos, palavras de afeto, atenção e carinho, no caso dos homens, o segredo pode estar na alimentação, sendo os alimentos ricos em zinco, os vegetais e as gorduras saudáveis as melhores formas de estimular naturalmente a produção de testosterona, algo que se consegue também com uma boa qualidade de sono e um dia-a-dia isento de estresse.

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