Exército egípcio mata cinco alegados radicais e perde dois militares

Por Leonardo Sambaqui-

O Exército egípcio matou cinco alegados radicais e prendeu 513 suspeitos na semana passada, no âmbito de uma operação em curso na Península do Sinai desde fevereiro, informaram hoje as Forças Armadas, que perderam dois efetivos.

As tropas egípcias “mataram cinco ‘takfiri’ [radicais] que tinham em sua posse várias armas automáticas”, indica um comunicado divulgado no ‘site’ oficial do Ministério da Defesa.

Além disso, foram detidos e entregues às autoridades 513 alegados “elementos criminosos, suspeitos procurados pela justiça”.

Os militares encontraram e detonaram 163 explosivos que foram colocados “para atacar as forças que realizam os ataques nas áreas de operações” incluídas na campanha “Sinai 2018”.

As forças militares destruíram ainda “993 abrigos, esconderijos e armazéns, onde foram encontrados materiais para o fabrico de bombas, dispositivos e cintos explosivos, além de oito dispositivos de comunicação sem fio”, acrescenta o comunicado.

O Exército comunicou também a morte de um oficial e de um soldado, no âmbito da operação, que inclui o deserto ocidental do Egito e o delta do Nilo (norte).

Além disso, de acordo com a nota, na fronteira egípcia com a Líbia, as forças armadas frustraram uma tentativa de infiltração de 169 pessoas de diferentes nacionalidades, que transportavam grandes quantidades de drogas.

Desde o início da operação no Sinai, o Exército anunciou a morte de dezenas de supostos terroristas e mais de duas dezenas dos seus efetivos.

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